Sexta-feira, 26 de abril de 2019

Ato público contra a Reforma da Previdência

SINDSERV ADERE A LUTA CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E CATEGORIA PARTICIPA DE ATO PÚBLICO EM SÃO PAULO

Durante Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 18 de março, no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Sebastião (Sindserv), a categoria aprovou a adesão à luta nacional dos trabalhadores contra a Reforma da Previdência. Na ocasião, também decidiram a participação dos trabalhadores ao Ato Público que foi realizado em São Paulo, em frente ao MASP, na Avenida Paulista, no dia 22 de março. A entidade sindical disponibilizou o transporte e total apoio aos interessados em participar da manifestação.

O Sindserv notificou a administração municipal, no dia 20 de março, sobre a adesão ao chamado nacional de Ato Público contra a Reforma da Previdência, por meio do ofício 037/2019. Nos termos da legislação vigente, o documento destaca que poderão ocorrer paralisações dos serviços prestados pelos servidores públicos municipais em adesão ao movimento.

O Ofício também destaca que “em nenhuma hipótese os meios adotados pelos empregadores poderão violar ou constranger os direitos e garantias fundamentais que asseguram o direito de paralisação”, de acordo com termos da Lei 7783/89, que dispõe sobre o exercício do direito de Greve.

“Enquanto sindicato, o nosso objetivo é tomar todas as medidas legais cabíveis para garantir os direitos dos servidores públicos que aderiram a luta contra a Reforma da Previdência. Esta é a hora de todas as categorias unirem forças para lutar contra os ataques do governo a conquistas históricas da classe trabalhadora. Lutamos sempre por nenhum direito a menos e mais benefícios”, ressalta a presidente do Sindserv, Audrei Guatura.

As principais centrais sindicais do Brasil decidiram mobilizar todos os trabalhadores para lutar contra as Reformas da Previdência e integrar o Ato Público do dia 22 de março.

A diretoria do Sindserv completa que o trabalhador já enfrenta ataques e pacotes de maldades e não pode deixar passar mais esse desmando. A Reforma Trabalhista destruiu a CLT, retirou direitos e permite que muitos patrões explorem ainda mais, sem contar a Reforma do Ensino Médio aprovada em 2016, que avança prevendo fechamento de salas e outros retrocessos. Este ano avança no Congresso Nacional a aprovação da Reforma da Previdência, que atingirá diretamente toda a população.

Diante dos ataques, nós servidores públicos decidimos nos unir as demais categorias para esta luta e combater essas medidas que retiram diretos, geram desemprego, fecham universidades e escolas, e aumenta a criminalidade.